quarta-feira, 20 de abril de 2011
FESTIVAL DE PUBLICIDADE DE GRAMADO
Importante: Ao contatar a operadora avise que foi indicad@ pelo prof. Eugênio Furtado.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Estatística / Métodos quantitativos / Monografias e Artigos
Neste semestre eu passarei a ofertar consultoria em estatística/métodos quantitativos para Dissertações, Monografias e Artigos para TCCs e Posgraduações.
Interessados entrar em contato pelo e-mail: eugenio.furtado@gmail.com
.:: Prof. Ms. Eugênio Furtado ::.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Referências para criação publicitária
Estava surfando por aí e acabei por achar um blog pra lá de interessante.
O Preferência é um blog que traz "tudo sobre referências de criação da publicidade", vale a pena dar uma visitada.
.:: Prof. Ms. Eugênio Furtado ::.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Conselho de Comunicação Social - para formar opinião...
Autoria de BrittoS, Nazario e Simões (2006) - UNISINOS
Siga o link: Conselho de Comunicação Social: possibilidades e limites..
.:: Prof. Ms. Eugênio Furtado ::.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Concurso ABP
A ABP – Associação Brasileira de Propaganda, em parceria com a Endeavor, está realizando o 2° Concurso Cultural Universitário do Festival Brasileiro de Publicidade, que destina-se a selecionar e premiar a criação publicitária experimental de alunos dos cursos universitários de Publicidade, Marketing e Propaganda de todo Brasil.
.:: Prof. Ms. Eugênio Furtado ::.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Empresas com foco em design: fonte de vantagem competitiva
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Projeto Integrador Direção de Arte
Equipes do Projeto Integrador de Direção de ARte - FIC: acabei de criar uma "página" específica para orientações sobre o Projeto Integrador.
Vocês podem ter acesso à elas clicando no botão logo acima da "pesquisa no blog" (igual à imagem deste post).
Lembre que a página é exclusiva para usuários convidados. Quem não colocou o e-mail na lista de equipes para o projeto deve me enviar o quanto antes para que eu libere o acesso.
Bom trabalho!
Na quarta a gente já pode começar a discutir as idéias.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Criação de Catálogos
Uma das dificuldades (e talvez uma oportunidade) para os professores da área de criação é a ausência de textos técnicos específicos para criação/direção de arte.
É comum encontrarmos textos/livros sobre redação publicitária e criação de uma forma geral, mas, especificamente, ainda não encontrei nenhum que atendesse exclusivamente as necessidades da disciplina de direção de arte...
Pois bem, navegando por aí encontrei um texto, em um site de gráfica, que, talvez, se configure em um bom ponto de partida para uma reflexão sobre a criação de arte para catálogos. Segue abaixo trecho do material publicado:
Primeiro ponto a se considerar a respeito de qualquer produção/criação publicitária, diz respeito ao objetivo da comunicação. Via de regra, catálogos são apresentações de produtos. Portanto, quanto melhor o(s) produto(s) for(em) representado(s) mais positiva será a percepção do cliente (leitor) sobre o produto.Usamos o termo catálogo para designar o impresso que é usado como instrumento para apresentação e descrição de objetos e de atividades para efeitos de divulgação.O catálogo oferecido ao lado é uma peça impressa utilizada para a divulgação de produtos ou serviços de uma empresa.A Jograf Indústria Gráfica é especialista em impressão de catálogos, fornece também a criação do layout do catálogo.Os catálogos são uma ferramenta poderosa para a comunicação, mas necessitam de arte, impressão e acabamento profissional para produzirem o retorno adequado do investimento.Catálogos com fotos coloridas, ou seja, impressos em policromia (quatro cores) produzem excelentes resultados, mas os catálogos também podem ser impressos a uma ou duas cores dependendo da necessidade.O papel mais utilizado nos catálogos com fotos é o couché de gramaturas entre 150 e 230g/m², por reproduzirem as cores com exatidão.O tamanho do catálogo mais usado é o 29,7x42cm, impresso em papel couché brilho e a quatro cores (policromia), ou seja, impressão de fotos e todas as variações de cores sem ampliação do custo. O preço deste modelo de catálogo é o que produz o melhor custo-benefício para divulgações de produtos e serviços.Divulgar com catálogos é garantia de sucesso para qualquer empreendimento, consumidores confiam muito mais em empresas organizadas.
Outro questão envolvida na produção do catálogo resulta do fato que ele é mídia que deverá gerar pedidos de compra a partir de sua leitura. Logo, cada item do catálogo deverá estar adequadamente especificado (referências, preços, cores, tamanhos, especificações técnicas etc). Exceção ocorre em alguns catálogos de moda, que tem objetivo não de venda direta, mas de uma apresentação/divulgação de uma coleção ou tendência. Neste caso se omitem as especificações do produto - mesmo porque o produto é só uma das possibilidades da coleção, existindo outros similares, oferecidos pela empresa.
Quanto ao formato, o criativo/diretor de arte pode ficar mais à vontade... talvez limitar-se pela verba de produção... Se dinheiro não for problema, deve-se adequar o formato ao público alvo. Catálogos de produtos premium, de valores mais elevado, demandarão uma produção ainda mais esmerada. Deverão apresentar formatos maiores ou diferenciados, eventualmente apliques, cortes especiais. Consumidores de produtos premium não estão preocupados com custos de aquisição, eles sabem que qualidade custa caro. Os catálogos para tal público deve demonstrar esta qualidade.
Produtos de valores mais modestos, por sua vez, podem ser apresentados em catálogos com formato mais econômico, levando-se em conta aproveitamento de papel etc. É o que acontece com os catálogos Compra Fácil e Hermes. Lembre que modéstia na apresentação não é sinônimo de material mal elaborado ou acabado. O que está mudando é a necessidade do público-alvo e não a competência do diretor de arte!
A utilização de cores deve ser uma decisão criativa - submissa aos objetivos do catálogo e deve adequar-se à melhor apresentação do produto e à limitação com orçamento de produção.
Por fim, quando o assunto é acabamento de impressão, o céu é o limite. O mercado gráfico possui uma infinidade de possibilidades de vernizes. Lembre que sé o objetivo é destacar, em se tratando de verniz de impressão, menos é mais!
Por fim, não importando qual o público-alvo, acabamento verba disponível, um quesito que diz respeito mais à produção do que à criação: qualidade das imagens. Pelamordedeus!!!!! não vamos colocar imagem de qualquer qualidade!!!! não é porque a verba é curta que a imagem deverá ser "peba". Material de boa qualidade é fundamental para um resultado de boa qualidade. Qualquer sufoco o Photoshop pode dar uma força...
Bom, agora já dá para a gente começar a bolar uns catálogos com alguma baliza.
Vou encerrando por aqui, parafraseando meu querido amigo e colega Jari Vieira:
SUCESSO!
domingo, 11 de abril de 2010
Quanto vale uma marca?
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
ATENÇÃO MARKETING E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - FA7
ATENÇÃO COMUNICAÇÃO DIGITAL - FIC
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Quanto cobrar?
Uma saída para a precificação de trabalhos de design é oferecida pela ADG Brasil. Em sua tabela de referências de de honorários de projetos ela propõe a precificação baseada em faixas de valores relacionadas com a complexidade do projeto, porte do cliente e experiência acumulada do prestador do serviço.
Tal tabela e ainda muitas outras que referenciam a cobrança de valores na área de comunicação/design podem ser encontradas no Blog da Iris Freitas Duart (IFD Blog). Aliás, neste blog é possível encontrar uma tabela de Dezaine Gráphico (para os clientes especiais rsrsrsr). Imperdível!
Ah, é sempre bom lembrar que... na boa, ninguém quer fazer trabalho "de graça", por outro lado todo cliente desta terra alencarina gosta de receber algum tipo de desconto...
***
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas
CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Reformulado conforme Resolução
CONFERP no 02/85, de 06/11/85
Princípios Fundamentais
I – Somente pode intitular-se profissional de Relações Públicas e, nesta qualidade, exercer a profissão no Brasil, a pessoa física ou jurídica legalmente credenciada nos termos da Lei em vigor.
II– O profissional de Relações Públicas baseia seu trabalho no respeito aos princípios da "Declaração Universal dos Direitos do Homem".
III– O profissional de Relações Públicas, em seu trabalho individual ou em sua equipe, procurará sempre desenvolver o sentido de sua responsabilidade profissional, através do aperfeiçoamento de seus conhecimentos e procedimentos éticos, pela melhoria constante de sua competência científica e técnica e no efetivo compromisso com a sociedade brasileira.
IV – O profissional de Relações Públicas deve empenhar-se para criar estruturas e canais de comunicação que favoreçam o diálogo e a livre circulação de informações.
SEÇÃO I
Das Responsabilidades Gerais:
Artigo 1º- São deveres fundamentais do profissional de Relações Públicas:
a. Esforçar-se para obter eficiência máxima em seus serviços, procurando sempre se atualizar nos estudos da Comunicação Social e de outras áreas de conhecimento.
b. Assumir responsabilidades somente por tarefas para as quais esteja capacitado, reconhecendo suas limitações e renunciando a trabalho que possa ser por elas prejudicado.
c. Colaborar com os cursos de formação de profissionais em Relações Públicas, notadamente ao aconselhamento e orientação aos futuros profissionais.
Artigo 2º- Ao profissional de Relações Públicas é vedado:
a. Utilizar qualquer método, meio ou técnica para criar motivações inconscientes que, privando a pessoa do seu livre arbítrio, lhe tirem a responsabilidade de seus atos.
b. Desviar para atendimento particular próprio, com finalidade lucrativa, clientes que tenha atendido em virtude de sua função técnica em organizações diversas.
c. Acumpliciar-se com pessoas que exerçam ilegalmente a profissão de Relações Públicas.
d. Disseminar informações falsas ou enganosas ou permitir a difusão de notícias que não possam ser comprovadas por meio de fatos conhecidos e demonstráveis.
e. Admitir práticas que possam levar a corromper ou a comprometer a integridade dos canais de comunicação ou o exercício da profissão.
f. Divulgar informações inverídicas da organização que representa.
SEÇÃO II
Das Relações com o Empregador:
Artigo 3º- O profissional de Relações Públicas, ao ingressar em uma organização como empregado, deve considerar os objetivos, a filosofia e os padrões gerais desta, tornando-se interdito o contrato de trabalho sempre que normas, políticas e costumes até vigentes contrariem sua consciência profissional, bem como os princípios e regras deste código.
SEÇÃO III
Das Relações com o Cliente:
Artigo 4º- Define-se como cliente a pessoa, entidade ou organização a quem o profissional de Relações Públicas – como profissional liberal ou empresa de Relações Públicas – presta serviços profissionais.
Artigo 5º- São deveres do profissional de Relações Públicas, nas suas relações com os clientes:
a. Dar ao cliente informações concernentes ao trabalho a ser realizado, definindo bem seus compromissos e responsabilidades profissionais, a fim de que ele possa decidir-se pela aceitação ou recusa da proposta dos serviços profissionais;
b. Esclarecer ao cliente, no caso de atendimento em equipe, a definição e qualificação profissional dos demais membros desta, seus papéis e suas responsabilidades;
c. Limitar o número de seus clientes às condições de trabalho eficiente;
d. Sugerir ao cliente serviços de outros colegas sempre que se impuser a necessidade de prosseguimento dos serviços prestados, e estes, por motivos ponderáveis, não puderam ser continuados por quem as assumiu inicialmente;
e. Entrar em entendimentos com seu substituto comunicando-lhe as informações necessárias à boa continuidade dos trabalhos, quando se caracterizar a situação mencionada no item anterior.
Artigo 6º- É vedado ao profissional de Relações Públicas atender clientes concorrentes, sem prévia autorização das partes atendidas.
Artigo 7º- Não deve o profissional de Relações Públicas aceitar contrato em circunstâncias que atinjam a dignidade da profissão e os princípios e normas do presente Código.
SEÇÃO IV
Dos Honorários Profissionais:
Artigo 8º- Os honorários e salários devem ser fixados por escrito, antes do início do trabalho a ser realizado, levando-se em consideração, entre outros:
1. Vulto, dificuldade, complexidade, pressão de tempo e relevância dos trabalhos a executar;
2. Necessidade de ficar impedido ou proibido de realizar outros trabalhos paralelos;
3. As vantagens que, do trabalho, se beneficiará o cliente;
4. A forma e as condições de reajuste;
5. O fato de se tratar de um cliente eventual, temporário ou permanente;
6. A necessidade de locomoção na própria cidade ou para outras cidades do Estado ou do País.
Artigo 9º- O profissional de Relações Públicas só poderá promover, publicamente, a divulgação de seus serviços com exatidão e dignidade, limitando-se a informar, objetivamente, suas habilidades, qualificações e condições de atendimento.
Artigo 10 - Na fixação dos valores deve se levar em conta o caráter social da profissão. Em casos de entidades filantrópicas ou representativas de movimentos comunitários, o profissional deve contribuir sem visar lucro pessoal, com as atribuições específicas de Relações Públicas, comunicando ao CONRERP de sua Região as ações por ele praticadas.
SEÇÃO V
Das Relações com os Colegas
Artigo 11 - O profissional das Relações Públicas deve ter para com seus colegas a consideração e a solidariedade que fortaleçam a harmonia e o bom conceito da classe.
Artigo 12 - O profissional de Relações Públicas não atenderá cliente que esteja sendo assistido por outro colega, salvo nas seguintes condições:
a. a pedido desse colega;
b. quando informado, seguramente, da interrupção definitiva do atendimento prestado pelo colega.
Artigo 13 - O profissional de Relações Públicas não pleiteará para si emprego, cargo ou função que esteja sendo exercido por outro profissional de Relações Públicas.
Artigo 14 - O profissional de Relações Públicas não deverá, em função do espírito de solidariedade, ser conivente com erro, contravenção penal ou infração a este Código de Ética praticado por outro colega.
Artigo 15 - A crítica a trabalhos desenvolvidos por colegas deverá ser sempre objetiva, construtiva, comprovável e de inteira responsabilidade de seu autor, respeitando sua honra e dignidade.
SEÇÃO VI
Das Relações com Entidades de Classe:
Artigo 16 - O profissional de Relações Públicas deverá prestigiar as entidades profissionais e científicas que tenham por finalidade a defesa da dignidade e dos direitos profissionais, a difusão e o aprimoramento das Relações Públicas e da Comunicação Social, a harmonia e a coesão de sua categoria social.
Artigo 17 - O profissional de Relações Públicas deverá apoiar as iniciativas e os movimentos legítimos de defesa dos interesses da classe, tendo participação efetiva através de seus órgãos representativos.
Artigo 18 - O profissional de Relações Públicas deverá cumprir com as suas obrigações junto às entidades de classe, às quais se associar espontaneamente ou por força de Lei, inclusive no que se refere ao pagamento de anuidades, taxas e emolumentos legalmente estabelecidos.
SEÇÃO VII
Das Relações com a Justiça
Artigo 19 - O profissional de Relações Públicas, no exercício legal da profissão, pode ser nomeado perito para esclarecer a Justiça em matéria de sua competência.
Parágrafo Único: – O profissional de Relações Públicas deve escusar-se de funcionar em perícia que escape à sua competência ou por motivos de força maior, desde que dê a devida consideração à autoridade que o nomeou.
Artigo 20 - O profissional de Relações Públicas tem por obrigação servir imparcialmente à Justiça, mesmo quando um colega for parte envolvida na questão.
Artigo 21 - O profissional de Relações Públicas deverá agir com absoluta isenção, limitando-se à exposição do que tiver conhecimento através da análise e observação do material apresentado e não ultrapassando, no parecer, a esfera de suas atribuições.
Artigo 22 - O profissional de Relações Públicas deverá levar ao conhecimento da autoridade que o nomeou a impossibilidade de formular parecer conclusivo, face à recusa do profissional em julgamento, em fornecer-lhe dados necessários à análise.
Artigo 23 - É vedado ao profissional de Relações Públicas:
a. Ser perito do seu cliente;
b. Funcionar em perícia em que sejam parte parente até o segundo grau, ou afim, amigo ou inimigo e concorrente de cliente seu;
c. Valer-se do cargo que exerce, ou dos laços de parentesco ou amizade para pleitear ser nomeado perito.
SEÇÃO VIII
Do Sigilo Profissional
Artigo 24 - O profissional de Relações Públicas guardará sigilo das ações que lhe forem confiadas em razão de seu ofício e não poderá ser obrigado à revelação de seus assuntos que possam ser lesivos a seus clientes, empregadores ou ferir a sua lealdade para com eles em funções que venham a exercer posteriormente.
Artigo 25 - Quando o profissional de Relações Públicas faz parte de uma equipe, o cliente deverá ser informado de que seus membros poderão ter acesso a material referente aos projetos de ações.
Artigo 26 - Nos casos de perícia, o profissional de Relações Públicas deverá tomar todas as precauções para que, servindo à autoridade que o designou, não venha a expor indevida e desnecessariamente ações do caso em análise.
Artigo 27 - A quebra de sigilo é necessária quando se tratar de fato delituoso, previsto em lei, e a gravidade de suas conseqüências, para os públicos envolvidos possam criar para o Profissional de Relações Públicas o imperativo de consciência de denunciar o fato.
SEÇÃO IX
Das Relações Políticas e do exercício do Lobby:
Artigo 28 - Defender a livre manifestação do pensamento, a democratização e a popularização das informações e o aprimoramento de novas técnicas de debates é função obrigatória do profissional de Relações Públicas.
Artigo 29 - No exercício de Lobby o profissional de Relações Públicas deve se ater as áreas de sua competência, obedecendo as normas que regem a matéria emanadas pelo Congresso Nacional, pelas Assembléias Legislativas Estaduais e pelas Câmaras Municipais.
Artigo 30 - É vedado ao profissional de Relações Públicas utilizar-se de métodos ou processo escusos, para forçar quem quer que seja a aprovar matéria controversa ou projetos, ações e planejamentos, que favoreçam os seus propósitos.
SEÇÃO X
Da Observância, Aplicação e Vigência do Código de Ética:
Artigo 31 - Cumprir e fazer cumprir este código é dever de todos os profissionais de Relações Públicas.
Artigo 32 - O Conselho Federal e os Regionais de profissionais de Relações Públicas manterão Comissão de Ética para:
- Assessorar na aplicação do Código;
- Julgar as infrações cometidas e casos omissos, ad referendum de seus respectivos plenários.
Artigo 33 - As normas deste Código são aplicadas às pessoas físicas e jurídicas, que exerçam a atividade profissional de Relações Públicas.
Artigo 34 - As infrações a este Código de Ética profissional poderão acarretar penalidades várias, desde multa até cassação de Registro Profissional.
Artigo 35 - Cabe ao profissional de Relações Públicas denunciar aos seus Conselhos Regionais qualquer pessoa que esteja exercendo a profissão sem respectivo registro, infringindo a legislação ou os artigos deste Código.
Artigo 36 - Cabe ao profissional de Relações Públicas docentes, supervisores, esclarecer, informar e orientar os estudantes quanto aos princípios e normas contidas neste Código.
Artigo 37 - Compete ao Conselho Federal formar jurisprudência quanto aos casos omissos, ouvindo os Regionais, e fazê-la incorporar a este Código.
Artigo 38 - O presente Código entrará em vigor em todo o território nacional a partir de sua publicação no Diário Oficial da União.
Código de Ética dos Publicitários
I - A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado produto, serviço, instituição ou idéia, visando a orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido.
II - O profissional da propaganda, cônscio do poder que a aplicação de sua técnica lhe põe as mãos, compromete-se a não utilizá-la senão em campanhas que visem ao maior consumo dos bons serviços, ao progresso das boas instituições e à difusão de idéias sadias.
III - O profissional da propaganda, para atingir aqueles fins, jamais induzirá o povo ao erro; jamais lançará mão da inverdade; jamais disseminará a desonestidade e o vício.
IV - No desempenho do seu mister, o profissional da propaganda agirá sempre com honestidade e devotamento com seus comitentes, de modo a bem servir a ele e à sociedade.
V - Nas relações entre os seus colegas, o profissional da propaganda pautará sua conduta pela estreita observância das definições, normas e recomendações relativas à ética da profissão, restringindo sua atividade profissional ao setor de sua escolha, assim elevando, pelo respeito mútuo, pela lealdade e pela nobreza da atitude, o nível da sua profissão no País.
DEFINIÇÕES, NORMAS E RECOMENDAÇÕES
I - DEFINIÇÕES
1. São considerados profissionais da propaganda somente os componentes, empregados e colaboradores das entidades mencionadas nos Artigos 2, 3, 4, 5, 6 destas definições e cuja função seja exercida no SETOR DE PROPAGANDA da entidade.
2. O anunciante, também chamado cliente, é a entidade, firma, sociedade ou indivíduo que utiliza a propaganda.
3. A Agência de Propaganda é a firma organizada para exercer as funções definidas pela ABAP. e que realiza a propaganda para o cliente e promove negócios para os veículos de propaganda, que a reconhecem como tal e a ela pagam comissão.
4. Veículos de propaganda são os jornais, revistas, estações de rádio, TV, exibidores de cartazes e outras entidades que recebem autorizações e divulgam a propaganda, aos preços fixados em suas tabelas.
5. Representantes de veículos são organizações especializadas, ou indivíduos que tratam dos seus representados, em geral sediados em outras praças, dos quais recebem remuneração, e para os quais também contratam propaganda.
6. Corretor é o indivíduo registrado no veículo, onde funciona como intermediário da publicidade remunerada, estando sujeito à disciplina e hierarquia do veículo.
7. Publicidade remunerada pode ser ou não ser propaganda.
8. Comissão é a retribuição, pelos veículos, do trabalho profissional, devida exclusivamente às agências e aos corretores de propaganda. A comissão se destina à manutenção das agências e dos corretores de propaganda e não poderá ser transferida aos anunciantes.
II - NORMAS
9. Os veículos de propaganda reconhecem a necessidade de manter os corretores e as agências como fonte de negócios e progresso dos seus empreendimentos e, por isso, a eles reservam o pagamento da comissão com exclusão de quaisquer outros indivíduos ou entidades.
10. A tabela de preços é pública e igual para todos os compradores, dentro de iguais condições, incumbindo ao veículo observá-la e fazê-la observar por todos os seus agentes ou prepostos, cujo reconhecimento como tal poderá ser cancelado por infração deste dispositivo.
11. Aos veículos de propaganda fica naturalmente reservado o direito de dar ou não crédito à agência, não sendo lícito, porém, negar-lhe a comissão ou recusar-lhe a divulgação do anúncio quando pago à vista. Excetuem-se os casos em que a matéria não se enquadre dentro da ética ou quando a agência haja deixado de ser reconhecida pelo veículo, do que lhe deve ser dado aviso com 90 dias de antecedência.
12. A comissão percebida pelo corretor não é, necessariamente, a mesma concedida às agências que dão “delcredere” efetivo e fazem as cobranças das contas dos veículos dos anunciantes.
13. Todo trabalho profissional de propaganda faz jus à paga respectiva nas bases combinadas, na falta destas prevalecendo o preço comum para trabalhos similares. Em caso de dúvida poderá ser o preço avaliado por três profissionais indicados, a pedido, pelo presidente da ABP. ou suas similares estaduais. É proscrita por desleal a prestação de serviços profissionais gratuitos ou por preços inferiores aos da concorrência, a qualquer título, excetuados, naturalmente, os casos em que o beneficiário seja entidade incapaz de remunerá-los e cujos fins sejam de inegável proveito social coletivo.
14. Os veículos faturarão sempre em nome dos anunciantes, enviando as contas à agências por elas responsáveis, para cobrança.
15. Com o objetivo de incentivar a produção de idéias novas de que tanto necessita a propaganda, presume-se sempre que a idéia pertence à Empresa criadora e não pode ser explorada sem que esta dela se beneficie.
16. É imoral deturpar ou apresentar de maneira capciosa elementos de pesquisa ou estatísticas. Recomenda-se também que sempre que tais dados sejam utilizados como elemento fundamental de persuasão, mencione-se sua fonte de origem.
17. O plágio, ou a simples imitação de outra propaganda, é prática condenada e vedada ao profissional.
18. O profissional de propaganda deve conhecer a legislação relativa a seu campo de atividade, e como tal é responsável pelas infrações que, por negligência ou omissão intencional, levar o cliente a cometer, na execução do plano de propaganda que sugeriu e recomendou.
19. O profissional de propaganda respeita as campanhas de seus competidores, jamais procurando destruí-las por atos, ou impedindo a sua divulgação. Nos textos que usa, exalta as vantagens dos seus temas, sem que isso envolva críticas ou ataques diretos ao competidor.
20. A propaganda é sempre ostensiva. A mistificação e o engodo que, escondendo a propaganda, são expressamente repudiados pelos profissionais de propaganda.
21. A obrigação do veículo para com o anunciante limita-se exclusivamente à divulgação da matéria autorizada no espaço determinado de acordo com as especificações técnicas ou o uso do tempo contratado pelo anunciante, não devendo este, de forma alguma, pretender influir na opinião do veículo. As obrigações mútuas são de caráter estritamente comercial.
22. É taxativamente considerada imoral a alegação do volume de verbas de propaganda, a fim de obter mudança de atitudes dos veículos, influenciar decisões ou conseguir vantagens não obtidas por outrem, em igualdade de condições.
III - RECOMENDAÇÕES
23. O profissional de propaganda que trabalha para uma determinada entidade não deve emprestar sua colaboração a outra empresa que, por vezes, está competindo com aquela que lhe paga o salário e lhe enseja a oportunidade de progredir na profissão.
24. Todos os profissionais de propaganda se comprometem, nos limites de sua competência, a assegurar, por suas ações, por sua autoridade e influência, o cumprimento deste Código, devendo empenhar-se pela neutralização dos menos escrupulosos que comprometem a seriedade da profissão.
25. É imoral, por prejudicar o povo, qualquer fixação de verbas de propaganda imposta por convênios, entre anunciantes, indicada direta ou indiretamente pelos sindicatos, associações, cartéis ou pelos Governos federal, estaduais ou municipais. Outrossim, a firma, representante ou vendedor que receber verbas, percentagem ou bonificações para propaganda, não poderá, sem quebra de honestidade comercial, deixar de aplicá-las em propaganda, quer dando-lhes outro destino ou, simplesmente, as incorporando aos seus lucros.
26. É imoral a utilização de idéias, planos ou material de uma Agência de Propaganda por parte do cliente que porventura dela se desligar, quer tal utilização seja feita diretamente, quer por intermédio de terceiros, sem consentimento prévio da Agência criadora.
27. A utilização da propaganda deve ser incentivada, pois ideal seria que todas as idéias, todos os serviços e todos os produtos fossem simultaneamente apregoados em todos os pontos do País, na mais livre concorrência, para a mais livre escolha de todos os cidadãos.
28. Recomenda-se que as Associações de Propaganda em cada cidade do País tomem a iniciativa de instituir comissão local de Ética de Propaganda, a qual terá como orientadores de suas normas os princípios estabelecidos neste Código.
Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
Capítulo I - Do direito à informação
Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange seu o direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação.
Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que:
I - a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente de sua natureza jurídica - se pública, estatal ou privada - e da linha política de seus proprietários e/ou diretores.
II - a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público;
III - a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão;
IV - a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, é uma obrigação social.
V - a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.
Capítulo II - Da conduta profissional do jornalista
Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.
Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação.
Art. 5º É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte.
Art. 6º É dever do jornalista:
I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
II - divulgar os fatos e as informações de interesse público;
III - lutar pela liberdade de pensamento e de expressão;
IV - defender o livre exercício da profissão;
V - valorizar, honrar e dignificar a profissão;
VI - não colocar em risco a integridade das fontes e dos profissionais com quem trabalha;
VII - combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação;
VIII - respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão;
IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;
X - defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito;
XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, dos adolescentes, das mulheres, dos idosos, dos negros e das minorias;
XII - respeitar as entidades representativas e democráticas da categoria;
XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;
XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
Art. 7º O jornalista não pode:
I - aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, a carga horária legal ou tabela fixada por sua entidade de classe, nem contribuir ativa ou passivamente para a precarização das condições de trabalho;
II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação;
III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;
IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;
V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;
VI - realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas;
VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;
VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;
IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
Capítulo III - Da responsabilidade profissional do jornalista
Art. 8º O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, caso em que a responsabilidade pela alteração será de seu autor.
Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
Art. 10. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade.
Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:
I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;
II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;
III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;
Art. 12. O jornalista deve:
I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;
II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;
III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;
IV - informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções;
V - rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações;
VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;
VII - defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural;
VIII - preservar a língua e a cultura do Brasil, respeitando a diversidade e as identidades culturais;
IX - manter relações de respeito e solidariedade no ambiente de trabalho;
X - prestar solidariedade aos colegas que sofrem perseguição ou agressão em conseqüência de sua atividade profissional.
Capítulo IV - Das relações profissionais
Art. 13. A cláusula de consciência é um direito do jornalista, podendo o profissional se recusar a executar quaisquer tarefas em desacordo com os princípios deste Código de Ética ou que agridam as suas convicções.
Parágrafo único. Esta disposição não pode ser usada como argumento, motivo ou desculpa para que o jornalista deixe de ouvir pessoas com opiniões divergentes das suas.
Art. 14. O jornalista não deve:
I - acumular funções jornalísticas ou obrigar outro profissional a fazê-lo, quando isso implicar substituição ou supressão de cargos na mesma empresa. Quando, por razões justificadas, vier a exercer mais de uma função na mesma empresa, o jornalista deve receber a remuneração correspondente ao trabalho extra;
II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;
III - criar empecilho à legítima e democrática organização da categoria.
Capítulo V - Da aplicação do Código de Ética e disposições finais
Art. 15. As transgressões ao presente Código de Ética serão apuradas, apreciadas e julgadas pelas comissões de ética dos sindicatos e, em segunda instância, pela Comissão Nacional de Ética.
§ 1º As referidas comissões serão constituídas por cinco membros.
§ 2º As comissões de ética são órgãos independentes, eleitas por voto direto, secreto e universal dos jornalistas. Serão escolhidas junto com as direções dos sindicatos e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), respectivamente. Terão mandatos coincidentes, porém serão votadas em processo separado e não possuirão vínculo com os cargos daquelas diretorias.
§ 3º A Comissão Nacional de Ética será responsável pela elaboração de seu regimento interno e, ouvidos os sindicatos, do regimento interno das comissões de ética dos sindicatos.
Art. 16. Compete à Comissão Nacional de Ética:
I - julgar, em segunda e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos;
II - tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística;
III - fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código;
IV - receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno;
V - processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos;
VI - recomendar à diretoria da FENAJ o encaminhamento ao Ministério Público dos casos em que a violação ao Código de Ética também possa configurar crime, contravenção ou dano à categoria ou à coletividade.
Art. 17. Os jornalistas que descumprirem o presente Código de Ética estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Parágrafo único - Os não-filiados aos sindicatos de jornalistas estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, impedimento temporário e impedimento definitivo de ingresso no quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Art. 18. O exercício da representação de modo abusivo, temerário, de má-fé, com notória intenção de prejudicar o representado, sujeita o autor à advertência pública e às punições previstas neste Código, sem prejuízo da remessa do caso ao Ministério Público.
Art. 19. Qualquer modificação neste Código só poderá ser feita em congresso nacional de jornalistas mediante proposta subscrita por, no mínimo, dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.
Vitória, 04 de agosto de 2007.
Federação Nacional dos Jornalistas
Fortaleza inicia ciclo de Pré-Conferências (Nacional de Comunicação)
A poucos meses da Conferência Nacional de Comunicação, Fortaleza se mobiliza para discutir questões essenciais sobre o tema
A cidade de Fortaleza viverá dias de efervescência do debate sobre políticas públicas de comunicação. Enquanto estudantes, comunicadores populares, empresários e diversos setores da sociedade se preparam a Conferência Nacional de Comunicação, prevista pra dezembro, a Prefeitura de Fortaleza realiza um ciclo de debates relacionando a comunicação com diversos temas. São as Pré-Conferências Municipais de Comunicação, atividades gratuitas, sem necessidade de inscrição prévia, que acontecem em setembro.
Neste período, quatro temas se cruzam com a Comunicação: Cultura, Juventude, Educação e Direitos Humanos. O ciclo de debates tem início às 14h nesta quinta-feira, 17, na Casa Eusélio Oliveira (Casa Amarela, UFC), quando serão discutidos os diversos pontos de contato entre Comunicação e Cultura.
Logo depois, no dia 19, a Juventude se soma à Comunicação no Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos (Imparh), levando suas questões e propostas, durante um dia inteiro de atividades. Também no Imparh, a Educação promove encontro com professores e educadores sociais dia 24.
O último ciclo de debates acontece na Faculdade Farias Brito, dias 25 e 26, com os o acolhimento de propostas dos diversos segmentos que defendem o respeitos aos Direitos Humanos na comunicação.
“Nosso maior interesse é fazer com a cidade tenha, como legado desta gestão, ações que, independente do governante, marquem e determinem mudanças profundas na vida de cada cidadão. A formação política e técnica na comunicação é um desses casos. Por isso, nosso desejo e empenho para que a Conferência Municipal de Comunicação consiga avançar em temas polêmicos, como a concentração da mídia, a participação popular, o respeito aos direitos humanos na mídia e as concessões das rádios comunitárias”, antecipa Joana Dutra, coordenadora do Núcleo de Comunicação Popular do Cuca Che Guevara e da Comissão Organizadora da I Conferência Municipal de Comunicação.
Mais informações: http://www.fortaleza.ce.gov.br/ ou 3105.1644
Segue abaixo a programação completa.
Comunicação e Cultura Quando: 17 de setembro Onde: Casa Amarela Eusélio Oliveira (UFC) / Av. da Universidade, 2591 – Benfica –Fortaleza Mais informações: http://www.fortaleza.ce.gov.br/ / 31051386
14h - Mesa 1 – Comunicação e Cultura Digital (Direitos autorais (Legislação) / Propriedade Intelectual / Licenças (Creative Commons e outras) / Possibilidades de produção, circulação, recepção e consumo dos diversos conteúdos artísticos).
16h30min - Mesa 2 – Comunicação é Cultura: experiências virtuais de mídia livre e colaborativa em interface com a cultura.
Comunicação e Juventude Quando: 19 de setembro Local: Imparh (Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos) / Avenida João Pessoa, 5609 Mais informações: http://www.fortaleza.ce.gov.br/ / 32558375
Abertura: Afonso Tiago (Secretário Municipal de Juventude) 09h - A Imagem do Jovem na Mídia e Respeito à Diversidade. Com Luciana Lobo (Coordenadora do Projeto de Extensão da UFC TVez: Educação para o Uso Crítico da Mídia) e Rosendo Amorim (professor de Comunicação Social da Unifor) Debatedor: Rafael Mesquita (IJC/Conselho Municipal de Juventude)
11h - Mídia livre para a juventude: Internet, novas tecnologias e educação. Com Amanda Nogueira (Catavento) e Gecíola Fonseca (publicitária e educadora social) Debatedor: Leonardo Sá (Coordenadoria Municipal de Juventude)
14h - Juventude, formação e produção de alternativas em comunicação. Com Joana D’arc Dutra (Coordenadora do Núcleo de Comunicação Popular do Cuca) Debatedor: Valdenor Moura (Coordenador do Projeto TV Janela)
16h - Plenária final com reunião de propostas para a I Conferência Municipal de Comunicação
* A partir das intervenções no microfone e da coleta de sugestões numa urna, a mesa reunirá em tempo real todas as propostas dos jovens e tentará agrupá-las, em um só documento. No final apresentaremos tudo no Data show para os ajustes e confirmação dos jovens. Este documento será assinado por todas as entidades representadas.
Comunicação e Educação Quando: 24 de setembro Local: Imparh (Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos). Avenida João Pessoa, 5609 Mais informações: http://www.fortaleza.ce.gov.br/ / 33433.3598
14h – Experiências de Educomunicação nas Escolas Municipais de Fortaleza Projeto Segura essa Onda – ONG Catavento, Projeto Primeiras Letras – ONG Comunicação e Cultura
16h30 – Comunicação e educação: diálogos necessários. Com Prof.dr.Adilson Citelli - Professor Titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. *Atua nos cursos de graduação e pós-graduação da ECA/USP. Faz parte da recém criada linha de pesquisa em educomunicação junto ao programa de pós-graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP. E Joana D’arc Dutra – Jornalista, Coordenadora do Núcleo de Comunicação Popular do Cuca.
Comunicação e Direitos Humanos Quando: 25 setembro (das 18h30 às 20h30) e 26 setembro (das 8h às 18h) de setembro Local: Faculdade Farias Brito (Teatro Nadir Sabóia). Rua 8 de setembro, 1331 – Varjota (próximo à avenida Júlio Abreu, continuação da avenida Dom Luis). Mais informações: http://www.fortaleza.ce.gov.br/ / 3131-1698
25/09 – Sexta 18h30 – Solenidade de Abertura
19h às 20h30 – Comunicação e Direitos Humanos. Com Glória Diógenes (Secretaria de Direitos Humanos de Fortaleza)
26/09 – Sábado 08h às 10h – Mídia e discriminação: participação das populações e (des)construção de estereótipos. Com Inês Vitorino (Universidade Federal do Ceará – UFC) Debatedores: Chico Pedrosa (Grupo de Resistência Asa Branca – GRAB) e Ivaldo Paixão (militante do movimento negro)
10h30 às 12h30 – Mídia e inclusão. Com Flávio Arruda (Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza – Etufor). Debatedor: Xyco Theóphilo (Comissão de Políticas Públicas Municipais para a Atenção às Pessoas Com Deficiência)
14h às 16h – GTs por população (levantamento de propostas)
16h30 18h – Acolhimento das propostas
Daniel Fonsêca
Jornalista Fortaleza, Ceará
85 9991.5944 / 8749.8794
Fonte: Alessandra Marques
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