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Andei - naveguei, melhor dizendo - por aí procurando informações sobre as possibilidades tecnológicas utilizadas na Web. Bem o resultado desta viagem é o texto abaixo.
Primeiramente é bom esclarecer, que o material abaixo é só uma compilação, ou seja, não sou responsável por seu conteúdo. Ao final de cada tecnologia apresentada é indicado a fonte... wikipedia, manuais etc... sintam-se à vontade para aprofundarem suas pesquisas.
Como as fontes utilizadas não säo, em sua maioria, científicas, vocês podem comentar, indicando correções - que, por sinal, serão muito bem-vindas.
Boa leitura!
.:: Prof. Ms. Eugênio Furtado ::.
Tecnologias utilizadas na internet
Salientamos que de acordo com as características de cada projeto, utilizaremos outras tecnologias não relacionadas aqui, para maior compatibilidade e abrangência dos resultados.
HTMLDo inglês Hyper Text Markup Language, significa Linguagem de Marcação de Hipertexto, ou seja, HTML é uma coleção de estilos que define os vários componentes de um documento Internet. Utilizado em: formatação, documentos multimídia, formulários, hiperlinks clicáveis, imagens gráficas, etc.
HyTime é um padrão para a representação estruturada de hipermédia e conteúdo baseado em tempo. Um documento é visto como um conjunto de eventos concorrentes dependentes de tempo (como áudio, vídeo, etc.), conectados por hiper-ligações. O padrão é independente de outros padrões de processamento de texto em geral.
SGML é um padrão de formatação de textos. Não foi desenvolvido para hipertexto, mas tornou-se conveniente para transformar documentos em hiper-objetos e para descrever as ligações.
PHPÉ uma linguagem para programar scripts do lado do servidor, que se incrustam dentro do código HTML. Esta linguagem é gratuita e de multiplataforma.
PHP, que significa "PHP: Hypertext Preprocessor", é uma linguagem de programação de ampla utilização, interpretada, que é especialmente interessante para desenvolvimento para a Web e pode ser mesclada dentro do código HTML. A sintaxe da linguagem lembra C, Java e Perl, e é fácil de aprender. O objetivo principal da linguagem é permitir a desenvolvedores escreverem páginas que serão geradas dinamicamente rapidamente, mas você pode fazer muito mais do que isso com PHP.
Qualquer coisa. O PHP é focado para ser uma linguagem de script do lado do servidor, portanto, você pode fazer qualquer coisa que outro programa CGI pode fazer, como: coletar dados de formulários, gerar páginas com conteúdo dinâmico ou enviar e receber cookies. Mas o PHP pode fazer muito mais.
Esses são os maiores campos onde os scripts PHP podem ser utilizados:
- Script no lado do servidor (server-side). Este é o mais tradicional e principal campo de atuação do PHP. Você precisa de três coisas para seu trabalho. O interpretador do PHP (como CGI ou módulo), um servidor web e um browser. Basta rodar o servidor web conectado a um PHP instalado. Você pode acessar os resultados de seu programa PHP com um browser, visualizando a página PHP através do servidor web. Todos eles podem rodar na sua máquina, em casa, para você experimentar programação com o PHP. Veja a seção das instruções de instalação para mais informações.
- Script de linha de comando. Você pode fazer um script PHP funcionar sem um servidor web ou browser. A única coisa necessária é o interpretador. Esse tipo de uso é ideal para script executados usando o cron ou o Agendador de Tarefas (no Windows). Esses scripts podem ser usados também para rotinas de processamento de texto. Veja a seção Utilizando o PHP em linha de comando para maiores informações.
- Escrevendo aplicações desktop. O PHP provavelmente não é a melhor linguagem para criação de aplicações desktop com interfaces gráficas, mas se você conhece bem o PHP, e gostaria de usar alguns dos seus recursos avançados nas suas aplicações do lado do cliente, você pode usar o PHP-GTK para escrever programas assim. Isso ainda lhe habilita a escrever aplicações multi-plataformas. O PHP-GTK é uma extensão do PHP, não disponibilizada na distribuição oficial. Caso esteja interessado no PHP-GTK, visite » o site do projeto.
O PHP pode ser utilizado na maioria dos sistemas operacionais, incluindo Linux, várias variantes Unix (incluindo HP-UX, Solaris e OpenBSD), Microsoft Windows, Mac OS X, RISC OS, e provavelmente outros. O PHP também é suportado pela maioria dos servidores web atuais, incluindo Apache, Microsoft Internet Information Server, Personal Web Server, Netscape and iPlanet Servers, Oreilly Website Pro Server, Caudium, Xitami, OmniHTTPd, e muitos outros. O PHP pode ser configurado como módulo para a maioria dos servidores, e para os outros como um CGI comum.
Com o PHP, portanto, você tem a liberdade para escolher o sistema operacional e o servidor web. Do mesmo modo, você pode escolher entre utilizar programação estrutural ou programação orientada a objeto, ou ainda uma mistura deles. Mesmo sem todos os recursos da POO (Programação Orientada a Objetos) implementados no PHP 4, muitas bibliotecas de código e grandes aplicações (incluindo a biblioteca PEAR) são escritas somente em código POO. O PHP 5 corrige as fraquezas da POO do PHP 4, e introduz um modelo de objetos completo.
Com PHP você não está limitado a gerar somente HTML. As habilidades do PHP incluem geração de imagens, arquivos PDF e animações Flash (utilizando libswf ou Ming) criados dinamicamente, on the fly. Você pode facilmente criar qualquer padrão texto, como XHTML e outros arquivos XML. O PHP pode gerar esses padrões e os salvar no sistema de arquivos, em vez de imprimi-los, formando um cache dinâmico de suas informações no lado do servidor.
Talvez a mais forte e mais significativa característica do PHP é seu suporte a uma ampla variedade de banco de dados.
DHTML
Outro avanço no sentido de deixar os browsers mais dinâmicos e interativos, DHTML significa Dynamic HTML. Permite animações entre elementos da página, entre outras inovações.
Atualmente há pelo menos três grandes grupos trabalhando no DHTML: o
W3C, que é o responsável pelas versões oficiais da
HTML, a
Netscape, e a
Microsoft.
Em relação a especificação oficial, a
Netscape e a
Microsoft incluíram vários recursos extras que ajudaram ainda mais o DHTML. Sendo assim, esses DHTMLs vão algo além da capacidade de alterar as propriedades das marcações
tags HTML dinamicamente. O DHTML da Microsoft, por exemplo, permite que se adicionem efeitos como sombra e néon a imagens dentro de um documento HTML. Outro recurso conhecido como Fontes Dinâmicas (Dynamic Fonts), da Netscape, permite que fontes sejam transmitidas pelo servidor junto com o documento HTML, possibilitando, a qualquer browser que implemente esse recurso, mostrar os caracteres exatamente como planejou o autor do documento. Resumindo, DHTML é um conjunto de ingredientes que proporcionam um controle sem precedentes sobre a apresentação do conteúdo de páginas da Web, além de possibilitar a inclusão de componentes multimédia, como animações, diretamente no código
HTML, sem a necessidade de
plug-ins. Toda a curiosidade em torno do
HTML Dinâmico se justifica então, já que o mesmo estabelece novos patamares de interação e movimento na internet a um baixo custo - medido em velocidade, abrangência e flexibilidade, por exemplo, melhor do que em moeda corrente.
CSS [Cascading Style Sheets]A utilização de CSS é recomendada pois permite separar estilo visual de conteúdo. Tal fator é fundamental quando se faz o design e estruturação de um website. Quando CSS é utilizado de maneira correta, a manutenção do website torna-se mais simples. Além disso, existem outras vantagens como facilidade de criar estilos visuais múltiplos por exemplo podendo-se oferecer o estilo otimizado para impressão.
Cascading Style Sheets (ou simplesmente
CSS) é uma
linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, como
HTML ou
XML. Seu principal benefício é prover a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.
Ao invés de colocar a formatação dentro do documento, o desenvolvedor cria um
link (ligação) para uma página que contém os estilos, procedendo de forma idêntica para todas as páginas de um
portal. Quando quiser alterar a aparência do
portal basta portanto modificar apenas um arquivo.
Com a variação de atualizações dos
navegadores (
browsers) como
Internet Explorer que ficou sem nova versão de
2001 a
2006, o suporte ao CSS pode variar. O Internet Explorer 6, por exemplo, tem suporte total a CSS1 e praticamente nulo a CSS2. Navegadores mais modernos como
Opera, Internet Explorer 7 e Mozilla Firefox tem suporte maior, inclusive até a CSS 3, ainda em desenvolvimento.
A interpretação dos browsers pode ser avaliada com o teste
Acid2, que se tornou uma forma base de revelar quão eficiente é o suporte de CSS, fazendo com que a nova versão em desenvolvimento do Firefox seja totalmente compatível a ele assim como o Opera já é.
/* comentário em css, semelhante aos da linguagem c */ body
font-family: Arial, Verdana, sans-serif;
O código acima define fonte padrão Arial, caso não exista substitui por Verdana, caso não exista define qualquer fonte sans-serif. Define também a cor de fundo do corpo da página.
Sua necessidade adveio do fato de o
HTML (Hyper Text Markup Language) aos poucos ter deixado de ser usado apenas para criação de conteúdo na
web, e portanto havia uma mistura de formatação e conteúdo textual dentro do código de uma mesma página. Contudo, na criação de um grande portal, fica quase impossível manter uma identidade visual, bem como a produtividade do desenvolvedor. É nesse ponto que entra o
CSS.
As especificações do
CSS podem ser obtidas no site da
W3C "World Wide Web Consortium", um consórcio de diversas empresas que buscam estabelecer padrões para a
Internet.
É importante notar que nenhum
browser suporta igualmente as definições do CSS. Desta forma, o webdesigner deve sempre testar suas folhas de estilo em browsers de vários fabricantes, e preferencialmente em mais de uma versão, para se certificar de que o que foi codificado realmente seja apresentado da forma desejada.
FLASH
Formato de arquivo multimídia de grande apelo visual, muito difundido atualmente na Internet. Animações com efeitos sonoros e interatividade podem ser criadas com esse recurso, tornando as páginas muito mais atraentes e agradáveis.
Adobe Flash (antes:
Macromedia Flash), ou simplesmente
Flash, é um
software primariamente de
gráfico vetorial - apesar de suportar imagens
bitmap e
vídeos - utilizado geralmente para a criação de
animações interativas que funcionam embutidas num
navegador web. O produto era desenvolvido e comercializado pela
Macromedia, empresa especializada em desenvolver
programas que auxiliam o processo de criação de páginas
web.
Costuma-se chamar apenas de
flash os arquivos gerados pelo
Adobe Flash, ou seja, a animação em si. Esses arquivos são de
extensão ".swf" (de
Shockwave Flash File). Eles podem ser visualizados em uma página
web usando um navegador que o suporta (geralmente com
plug-in especial) ou através do
Flash Player, que é um leve aplicativo somente-leitura distribuído gratuitamente pela Adobe. Os arquivos feitos em
Flash são comumente utilizados para propaganda animada (
banners) em páginas
web, mas evidentemente não limitando-se a isso, pois existem diversos jogos e apresentações dos mais variados tipos utilizando a tecnologia. Até mesmo sites inteiros podem ser feitos em '.swf'.
Em versões recentes (a partir da 5), a Macromedia expandiu a utilização do Flash para além de simples animações, mas também para uma ferramenta de desenvolvimento de aplicações completas. Isso graças aos avanços na linguagem
ActionScript, que é a linguagem de programação utilizada em aplicações de arquivos
flashes (.swf). A terceira versão desta linguagem acaba de ser lançada, tornando mais fácil e rápido criar aplicações para web, além de contar com recursos bem mais poderosos.
Uma nova plataforma, chamada
Apollo, está sendo lançada pela Adobe e tem como objetivo solidificar o desenvolvimento da linguagem
ActionScript, seja através do
Flash, do
Adobe Flex ou de outros programas.
JavaScriptAtravés do JavaScript você tem muitas possibilidades de melhorar páginas HTML com elementos interessantes. Sendo capaz, por exemplo, de responder muito facilmente a eventos iniciados pelo usuário. Alguns dos efeitos que agora podemos fazer com JavaScript, há algum tempo atrás só eram possíveis com CGI. Deste modo, podemos desenvolver páginas muito sofisticadas com a ajuda do JavaScript.
JavaScript é uma
linguagem de programação criada pela
Netscape em
1995, que a princípio se chamava LiveScript, a
Netscape após o sucesso inicial desta linguagem, recebe uma colaboração considerável da
Sun, após esta colaboração, podemos dizer que o JavaScript é uma linguagem compatível com a linguagem
Java, por esta razão, a semelhança dos nomes "JavaScript".
A linguagem foi criada para atender, principalmente, as seguintes necessidades:
- Validação de formulários no lado cliente (programa navegador);
- Interação com a página.
Assim, foi feita como uma
linguagem de script. Javascript tem sintaxe semelhante à do
Java, mas é totalmente diferente no conceito e no uso.
De acordo com seu sistema de tipos JavaScript é:
- fraca - sua tipagem é mutável;
- dinâmica - uma variável pode assumir vários tipos diferentes durante a execução;
- implícita - as variáveis são declaradas sem tipo.
- É interpretada, ao invés de compilada;
- Possui ótimas ferramentas padrão para listagens (como as linguagens de script, de modo geral);
- Oferece bom suporte a expressões regulares (característica também comum a linguagens de script).
Sua união com o
CSS é conhecida como
DHTML. Usando o Javascript, é possível modificar dinamicamente os estilos dos elementos da página em
HTML.
Dada sua enorme versatilidade e utilidade ao lidar com ambientes em árvore (como um documento HTML), foi criado a partir desta linguagem um padrão
ECMA, o
ECMA-262, também conhecido como ECMAScript. Este padrão é seguido, por exemplo, pela linguagem
ActionScript da
Adobe(Antigamente Macromedia, porém a empresa foi vendida à Adobe).
Além de uso em navegadores processando páginas HTML dinâmicas, o JavaScript é hoje usado também na construção do navegador
Mozilla, o qual oferece para a criação de sistemas
GUI todo um conjunto de ferramentas (em sua versão normal como navegador, sem a necessidade de nenhum software adicional), que incluem (e não apenas) um interpretador de Javascript, um comunicador Javascript <-> C++ e um interpretador de
XUL, linguagem criada para definir a interface gráfica de aplicações.